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O número de crianças portadoras do vírus HIV tem diminuído ao longo dos anos no Brasil, mas as estatísticas ainda estão longe de serem ideais. O Ministério da Saúde estima que 12,5 mil recém-nascidos sejam expostos ao vírus anualmente. Os dados mundiais também são alarmantes: há 2,1 milhões de crianças que vivem com aids. A diminuição das estatísticas brasileiras se deve, principalmente, à administração do antiviral AZT Infantil em recém-nascidos.

Desenvolvido com o apoio da Finep, o medicamento é um coquetel de diversas substâncias – entre antibióticos e antivirais –  que substituem um grande número de cápsulas e que pode ser aplicado via oral (xarope) ou injetado.

Este protocolo, estabelecido pelo Ministério da Saúde, é aplicado no caso de gestantes soropositivas para prevenção da transmissão do HIV da mãe para a criança, a chamada transmissão vertical. O tratamento começa com a gestante no momento do parto: a mãe recebe o AZT por via endovenosa e a criança, ao nascer recebe o medicamento por via oral durante quatro semanas.

Essas medidas reduzem a chance de contaminação de 70% para menos de 1%. Apesar da pouca probabilidade de contaminação, a criança deve ser acompanhada por pediatras especialistas até a adolescência.

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