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O cooperativismo popular
é uma forma de organização
social que gera emprego e renda, mantendo
relação direta com a melhoria
da qualidade de vida dos estratos mais pobres
da população. Para que as
cooperativas populares sejam viáveis
economicamente e sustentáveis socialmente,
é necessário que possuam capacidade
de autogestão, o que pode ser desenvolvido
e aperfeiçoado pelas universidades.
Através de uma ação
articulada no âmbito do Comitê
de Entidades no Combate à Fome e
pela Vida (COEP), a COPPE/UFRJ criou em
1995, com o apoio da FINEP e da Fundação
Banco do Brasil (FBB), a primeira Incubadora
Tecnológica de Cooperativas Populares
- ITCP. A missão deste projeto era
desenvolver a metodologia de incubação
de cooperativas populares e de difusão
desta tecnologia social para outras universidades
do país. Em 1997 foi criado o PRONINC,
tendo como signatários a FINEP, o
Banco do Brasil, a FBB e o COEP. Em 2003,
a FINEP e a Fundação Banco
do Brasil, em parceria com a Secretaria
Nacional de Economia Solidária (SENAES),
do Ministério do Trabalho e Emprego,
retomaram a discussão sobre os rumos
do PRONINC, decidindo financiar novas Incubadoras
de Cooperativas e dar apoio à manutenção
das incubadoras em operação.
O objetivo essencial do PRONINC é
utilizar o conhecimento e a capacidade existentes
nas universidades para a constituição
de empreendimentos cooperativos que proporcionem
trabalho e renda. As universidades se envolvem
com o PRONINC de duas formas: promovendo
atividades de apoio à formação
e desenvolvimento de cooperativas ou associações
produtivas, principalmente através
de Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas
Populares; e realizando pesquisas que visem
a produzir conhecimentos relevantes para
a consolidação da metodologia
de incubação.
Mais informações sobre o
programa podem ser obtidas pelo site do Proninc ou pelo e-mail proninc@finep.gov.br.
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